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A liberdade foi a principal conquista do ser humano. Seja liberdade de pensamento, de escolha, de consciência, em fim o direito de ir e vir. Esse direito é citado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. “Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Até aí tudo bem. Continuando o artigo encontramos a citação de que as pessoas devem agir em relação umas as outras com espírito de fraternidade?
O ser humano só pensa em si mesmo, que subir na vida, competir com os outros. A fraternidade e até mesmo a igualdade estão se tornando cada vez mais raras. Claro, ainda existem pessoas boas, fraternais, que querem o bem da humanidade, mas com certeza o percentual é baixo.
O artigo IV diz o seguinte: “Ninguém será mantido em escravidão ou servidão, a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas”. Nas Letras da lei, a escravidão está extinta, porém em muitos países há alguns tipos de escravidão, como a captura de mulheres para serem escravas domésticas ou para prostituição forçada. Existe muita coisa por baixo dos panos que a gente nem sonha que existe.
Por exemplo, há imigrantes ilegais aqui no Brasil que trabalham dezenas de horas diárias, sem folga e com baixíssimos salários; estes são contratados geralmente por fazendeiros porque barateia os custos de mão de obra. Quando flagrados, os infratores pagam os direitos trabalhistas que haviam sonegado aos trabalhadores e nada mais acontece.
De modo geral A Declaração dos Direitos Humanos determina que todos tenham direito a vida, liberdade, educação alimentação, saúde, habitação, participação política e lazer. Esses são nossos direitos, mas não é só abrir a boca e esperar que a comida chegue até ela, ou então esperar que as paredes da casa se levantem sozinhas. A pessoa tem que trabalhar e batalhar muito para conseguir o que quer.
Tem que haver um espírito de fraternidade, de igualdade social, o respeito com certeza é muito importante.
No resto, cada um devia cuidar da sua vida. Nós temos o direito de ir e vir, de votar no governo que quer eleger, se relacionar e casar quando e com quem desejar.
O dever do ser humano é cumprir as leis.
Ninguém é obrigado a ajudar os outros, prestar serviço comunitário, o que precisamos é não atrapalhar o próximo. Cada um deve trabalhar para sua sobrevivência.
Essa declaração foi assinada em 1948, isso é ela tem 63 anos. Tudo se atualiza diariamente e nossos direitos não. O maior problema que existe na sociedade é a falta de respeito a Declaração dos Direitos Humanos.
Aline Stolfi. Série: 2º E.M.“B”
Escola de Educação Básica Osvaldo Cruz presente no desfile da Saga Trentina 2011
A Escola de Educação Básica Osvaldo Cruz, maior educandário do município, há 69 anos preocupada com a educação da criança e do jovem rodeense, homenageou Rodeio no desfile da Saga Trentina 2011com o tema: Môra - tradicione e abilitá.
O jogo da mora é uma tradição trazida da Itália que se incorporou aos hábitos e costumes dos seus descendentes.
A ausência de recursos materiais para a prática de atividades recreativas, fez com que os nossos colonizadores recém-instalados em suas terras, buscassem o lazer sob forma de encontros familiares para conversar, comer, jogar e cantar. As famílias combinavam de se encontrar ao entardecer ou aos domingos após a missa, para juntas fraternizarem as próprias experiências. Nesses encontros floresceu o jogo da mora que até hoje permanece vivo entre os descendentes italianos. O jogo era exclusividade do sexo masculino
O jogo da Mora foi introduzido no Osvaldo Cruz pelo professor de matemática Evair Cipriani, que hoje ocupa a função de diretor geral do educandário. O trabalho surgiu como forma de desenvolver habilidades para o ensino da matemática além de preservar as tradições de nossos ancestrais.
Hoje mais de duzentos alunos participam do projeto do jogo da mora. Os jogadores já participaram de muitos torneios no Estado e ostentam inúmeros troféus. Por sinal, as meninas e as moças participam orgulhosas do jogo.
Uma geração que esbanja alegria, harmonia e comprometimento com a cultura de sua gente.